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Empresa investiu em aquisição de licenças de software Citrix e Microsoft e prestação de serviços da Add Value.
São Paulo, Março de 2005 – Em dezembro de 2003, a Clear Channel, que atua no Brasil no segmento outdoor, concluiu a adoção da infra-estrutura de acesso Citrix para disponibilizar sistemas essenciais para a equipe de vendas realizar pesquisas e negócios em tempo real, onde quer que esteja e a qualquer momento, por meio de handhelds. Além disso, integraram-se as operações de todas as nove unidades da empresa no Estado de São Paulo, disponibilizando aplicativos para toda a companhia. O projeto foi desenvolvido e executado pela Add Value, uma revenda Citrix Platinum, o nível mais elevado de parceria.
A Clear Channel investiu apenas R$ 34 mil para a implementação da infra-estrutura de acesso Citrix. Isso incluiu a compra de licenças do software Citrix Presentation Server, da Citrix, MS Terminal Services, da Microsoft, e a prestação de serviços da Add Value, planejamento e implementação das soluções no ambiente de tecnologia da informação já disponível na empresa.
Os aplicativos disponibilizados remotamente para todas os dispositivos incluem um software de gestão corporativa (ERP) da Microsiga, a suíte de aplicativos MS Office e o SICC, um software da Xenon para que a Clear Channel gerencie o cadastro de clientes e verifique a programação da veiculação de anúncios nos outdoors. Estes softwares estão disponibilizados via Citrix na matriz da companhia, em São Paulo, em um servidor com plataforma Windows Server 2003 para as oito filiais do estado: Santo André, Sorocaba, Campinas, São José do Rio Preto, Americana, Piracicaba, Sorocaba e São Carlos.
Olavo Soares, gerente de TI da Clear Channel, afirma que a adoção da solução Citrix para permitir essa mobilidade dos funcionários e integração dos escritórios não teve um custo tão elevado quanto de outras tecnologias que foram pesquisadas anteriormente. “A implementação trouxe gastos 70% menores aos que a Clear Channel teria para unir as filiais via rede virtual privada, link dedicado ou outro tipo de conexão de grande banda e também a disponibilização de soluções de TI para sincronizar as informações dos servidores descentralizados”, destaca.
“Outra vantagem foi livrar-nos de boa parte dos custos fixos – usamos ADSL para que os funcionários das oito filiais tenham acesso remoto aos aplicativos centralizados na matriz, o que representa R$ 200 por unidade ao mês. Com um link dedicado, o gasto dispararia para R$ 600 mensais por unidade.”
A empresa adquiriu 40 licenças simultâneas do Presentation Server o que garante que até 40 usuários tenham acesso ao mesmo tempo aos programas disponibilizados para os clientes. “Não importa qual dispositivo os usuários utilizem: pode ser uma estação de trabalho na filial, um handheld iPAQ ou mesmo um equipamento cedido na empresa dos nossos clientes, ou seja, nas agências publicitárias. Todos tem acesso aos programas que dão apoio aos negócios.”
“Com um dispositivo e uma conexão, toda a infra-estrutura de TI acompanha o funcionário da Clear Channel. Há até mesmo boas experiências pelo acesso discado.”
A equipe de vendas está equipada com 12 iPAQs, com sistema Windows CE, ao passo que os usuários nos escritórios utilizam estações de trabalho com plataforma Windows XP. Parte dos iPAQs são acompanhados de cartões para radiocomunicação, acessando os sistemas disponibilizados via Citrix por banda larga sem fio.
O executivo da Clear Channel afirma que houve uma mudança cultural de acesso às informações. “Anteriormente, os computadores não estavam conectados a uma base de dados centralizada. Assim, eram necessários certos procedimentos para que o funcionário tivesse certeza de que um determinado espaço em outdoor, por exemplo, estaria disponível para uma campanha publicitária sugerida por um cliente.”
Hoje, segundo ele, há maior confiabilidade nas informações disponibilizadas nos dispositivos. “Mesmo que utilize um dispositivo móvel, as informações acessadas são atualizadas em tempo real se ele estiver conectado à rede via banda larga. Assim, um colega sabe no ato se um determinado espaço estará ocupado, se ele foi convidado a participar de um conference call e outras atividades relacionadas ao seu trabalho.”
Houve ganho de produtividade mesmo no caso dos handhelds que não contam com um cartão de acesso banda larga sem fio. “Os funcionários estavam acostumados a atualizar offline os planos de veiculação nos iPAQs e então descarregavam os dados nas filiais. No entanto, cada unidade da Clear Channel era uma ‘ilha’ e, assim, não havia uma consolidação em tempo real.”
“Agora, apoiado em Citrix, todas as informações e aplicativos estão com os usuários, em tempo real, onde quer que eles estejam.”
O diretor regional de canais da Citrix, Marco Motooka, detalha que na implementação na Clear Channel foi possível aproveitar toda a infra-estrutura tecnológica disponível na empresa. “A Clear Channel deu, por conta própria, os primeiros passos para disponibilizar remotamente as aplicações em dispositivos sem fio e consolidar os bancos de dados”, aponta. Assim, a empresa já havia investido na compra dos iPAQs e o servidor em que os aplicativos foram centralizados e disponibilizados via Presentation Server.
Soares explica que utilizar o hardware já disponível para a solução Citrix contribuiu para a escolha da solução de software. “Além de pouparmos com hardware, melhoramos o gerenciamento e reduzimos o consumo de banda. Anteriormente, não era possível disponibilizar os aplicativos de uma forma tão ‘fluente’ quanto com a infra-estrutura de acesso”, ressalta.
Thiago Spósito, Sócio da Add Value e responsável pela cliente Clear Channel desde 2003, diz que o uso do Presentation Server trouxe maior eficiência do suporte. “Em uma infra-estrutura de acesso, o suporte ao usuário é feito da mesma forma que a disponibilização de aplicativos, isto é, de maneira centralizada”, afirma Spósito. “Se o usuário de Santo André ou Sorocaba tem dificuldade para abrir uma planilha, o suporte de São Paulo pode ajudá-lo – e sem tirar o telefone do gancho!”
Essa maior facilidade com software incentivou a Clear Channel a também simplificar sua estrutura de hardware. Atualmente com 14 thin clients, a empresa espera que esses equipamentos substituam todas as estações de trabalho da companhia até o fim do ano.
O executivo da Clear Channel aponta que há duas razões para a adoção dos thin clients: menores custos e simplicidade. “Como a empresa se apóia em uma solução Citrix, pouco importa a capacidade de processamento dos computadores na ponta. Assim, thin clients passam a ser uma opção bem interessante: exigem cerca de R$ 2,1 mil em comparação a R$ 2,5 mil dos desktops, trazem menos custos com manutenção e tem um ciclo de ‘vida’ de 10 anos”, afirma o executivo. No caso das estações de trabalho, Soares afirma que as máquinas precisam ser substituídas a cada três anos.
Presente no Brasil desde 2001, a empresa pertence à Clear Channel Communications, corporação global de meios que atua em 65 Países e tem participação em Televisão, Rádio, Internet, Entretenimento e Publicidade Exterior. Líder mundial em mídia exterior conta com mais de 750 mil espaços entre outdoors, painéis, mobiliário urbano, shoppings, Time Square, entre outros. Já no Brasil a Clear Channel atua com Outdoors e Painéis no estado de São Paulo e Mobiliário Urbano no Rio de Janeiro e Curitiba exclusivamente.
A Add Value, sediada em São Paulo, é uma empresa 100% focada na tecnologia de infra-estrutura de acesso, tendo em sua linha de atuação produtos que fornecem valor agregado através de redução de TCO (Custo Total de Propriedade) e aumento de ROI (Retorno de Investimento). Contando com as filiais Add Value Sul (Blumenau – SC e Curitiba-PR) e Add Value Rio (Rio de Janeiro – RJ), a equipe executa projetos nas maiores empresas do Brasil e em quase todas as capitais e grandes cidades do país. A empresa, que também implementa soluções no exterior ou desenvolve projetos para utilização fora do país, recebeu em janeiro de 2005 da Citrix o prêmio “Vice President’s Inner Circle Award 2004” – América Latina e Caribe, concedido às revendas Citrix que mais apostam na infra-estrutura de acesso e trabalham em parceria.
Base da Citrix Access Suite, o Citrix Presentation Server é o software de servidor de aplicativos mais utilizado no mundo para o gerenciamento centralizado de aplicações heterogêneas, garantindo acesso a elas como um serviço para as pessoas onde quer que estejam e por meio de qualquer dispositivo de computação que utilizem. O Presentation Server roda no Microsoft® Windows Server ™ 2003, Windows® 2000 Server e em diversos sistemas operacionais UNIX, sendo compatível com qualquer aplicação Windows, Web ou UNIX customizada ou comercial. O Presentation Server fornece uma base excepcional sobre a qual construir soluções de acesso altamente escaláveis, flexíveis, seguras e gerenciáveis que reduzem os custos de computação e elevam a eficiência de qualquer sistema de informação.
Citrix®, MetaFrame® e MetaFrame XP® são marcas comerciais ou marcas registradas de Citrix Systems, Inc. nos Estados Unidos e em outros países. Todas as outras marcas comerciais e marcas registradas pertencem aos respectivos proprietários.
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